Duas pessoas podem comer alimentos semelhantes e, ainda assim, ter composições diferentes do microbioma. A genética pode afetar a forma como o seu corpo processa os nutrientes e como o seu sistema imunitário interage com os micróbios.
Diferenças no estilo de vida também importam. A hora de dormir, os níveis de stress, a atividade física e o histórico de medicação podem, cada um, alterar quais micróbios sobrevivem e se multiplicam.
Ao longo do tempo, exposições repetidas criam “padrões pessoais”, por isso a composição da microbiota intestinal geralmente é única e muda ao seu próprio ritmo.