A SII costuma ter uma aparência diferente em cada pessoa, porque o microbioma intestinal é único em cada indivíduo. Diferentes microrganismos podem fermentar os alimentos de forma diferente, levando a gatilhos diferentes como gases, diarreia ou prisão de ventre.
A genética também pode influenciar a sensibilidade intestinal, as vias de inflamação e a comunicação entre o intestino e o cérebro. Diferenças de estilo de vida—estresse no trabalho, qualidade do sono, horário das refeições e atividade física—podem alterar os sinais do intestino e os padrões de sintomas.
Por causa destes fatores, duas pessoas com a “SII” podem ter gatilhos subjacentes muito diferentes. É por isso que o registo de sintomas, juntamente com testes centrados no intestino, pode ser mais útil do que planos universais para todos.