Teste de SIBR no Feze: Como Detectar a Síndrome do Intestino Irritável

Saiba mais sobre os testes comuns usados para diagnosticar a SII por meio de análise de fezes e entenda o que esperar durante o procedimento. Informe-se sobre como a análise de fezes pode ajudar a identificar a SII e orientar opções de tratamento eficazes.

What is the test for IBS in stool? - InnerBuddies
Começamos por esclarecer o essencial: IBS (Síndrome do Intestino Irritável) é um diagnóstico clínico, mas um bom IBS test que inclui análise de fezes pode ajudar a excluir outras condições, compreender o microbioma intestinal e orientar intervenções personalizadas. Este guia explica a diferença entre IBS e infeções/inflamações, o papel real dos testes de fezes e de microbioma, como são feitos, o que medem e como interpretar relatórios. Vais encontrar orientações práticas sobre alimentação, probióticos, prebióticos, estilo de vida e quando procurar aconselhamento médico. Também verás como um teste de microbioma pode apoiar a personalização de estratégias e o acompanhamento da evolução, sem prometer “curas rápidas”. O objetivo é dar-te um mapa fiável e baseado em ciência para entender sintomas, medir desequilíbrios e transformar resultados em decisões de saúde informadas.

Quick Answer Summary

  • IBS é um diagnóstico clínico (critérios de Roma), e os testes de fezes não “confirmam” IBS; servem para excluir outras causas e mapear o microbioma.
  • Um IBS test com análise de fezes pode avaliar marcadores de inflamação, infeção, digestão e composição microbiana, útil para orientar intervenções.
  • Testes de microbioma intestinal (sequenciação) identificam perfis bacterianos e disbiose; não são diagnósticos, mas informam a personalização de dieta e probióticos.
  • Resultados devem ser interpretados no contexto dos sintomas, história clínica e exames médicos; sempre considerar aconselhamento profissional.
  • Intervenções eficazes: fibras, prebióticos, probióticos com evidência, manejo do stress, sono, exercício, e evitar antibióticos desnecessários.
  • Um teste de microbioma pode guiar escolhas de alimentação e suplementação e monitorizar progresso ao longo do tempo.
  • Em sintomas de alarme (perda de peso, sangue nas fezes, febre, anemia), procurar avaliação médica imediata.
  • Monitorização e reavaliação periódica ajudam a ajustar o plano e melhorar resultados a médio prazo.

Introdução

Falar de IBS (Síndrome do Intestino Irritável) é falar de uma das condições gastrointestinais mais comuns e, ao mesmo tempo, mais complexas. Dor abdominal recorrente, alternância de diarreia e obstipação, distensão abdominal, gases e sensação de evacuação incompleta são queixas frequentes que interferem com o dia a dia. Embora o diagnóstico de IBS seja clínico, baseado nos critérios de Roma, múltiplos exames podem ser necessários para excluir outras causas e apoiar decisões terapêuticas. Entre eles, os testes de fezes e a análise do microbioma intestinal ganharam relevância: não “confirmam” IBS, mas ajudam a entender o cenário biológico onde os sintomas acontecem. Afinal, o microbioma participa na digestão, modulação do sistema imunitário, produção de metabolitos e até na comunicação eixo intestino-cérebro. Quando há disbiose (desequilíbrio microbiano), sintomas como gases, sensibilidade ao FODMAP, diarreia ou obstipação podem agravar-se. O objetivo deste artigo é responder às perguntas mais importantes: o que realmente mede um IBS test baseado em fezes, como funcionam os testes de microbioma, quando usar probióticos e prebióticos, que estratégias alimentares têm evidência, e como integrar os resultados numa abordagem prática e personalizada. Vais também descobrir quando é essencial procurar um profissional de saúde e como transformar relatórios em ações concretas — desde ajustes na dieta até ao acompanhamento com um kit de teste do microbioma e reavaliações periódicas. A ideia é simples: capacitar-te com ciência clara, linguagem acessível e um passo-a-passo realista para cuidares da tua saúde intestinal.

O que é o teste de IBS e como pode ajudar a compreender o teu microbioma

IBS, ou Síndrome do Intestino Irritável, é um conjunto de sintomas funcionais definidos pelos critérios de Roma (atualmente Roma IV/V), que exigem dor abdominal recorrente associada a alterações do hábito intestinal, sem uma causa estrutural detetável em exames de rotina. Por isso, não existe um “teste de IBS” que, por si só, faça o diagnóstico. O que existe são avaliações complementares que ajudam a excluir doenças inflamatórias (como Doença de Crohn e Colite Ulcerosa), infeções, doença celíaca e outras condições que podem mimetizar IBS. Os testes de fezes, úteis neste contexto, podem incluir marcadores de inflamação (calprotectina fecal), lactoferrina, sangue oculto nas fezes, antigénios e PCRs de patógenos (parasitas, vírus, bactérias) e, em alguns contextos, elastase fecal (indicador de insuficiência pancreática) ou ácidos gordos de cadeia curta. Estes dados não “confirmam” IBS, mas se estiverem normais e alinhados com a clínica, tornam o diagnóstico de IBS mais provável e seguro. Paralelamente, os testes de microbioma intestinal por sequenciação (por exemplo, 16S rRNA ou shotgun metagenomics) caracterizam a composição e, em alguns casos, o potencial funcional da comunidade microbiana nas fezes. Porque é isto relevante? A literatura mostra que quem tem IBS apresenta frequentemente padrões de disbiose: redução de diversidade microbiana, alterações em famílias como Lachnospiraceae e Ruminococcaceae, por vezes aumento de bactérias produtoras de gás, e perfis metabólicos que favorecem sensibilidade visceral e inflamação de baixo grau. Ao identificar estes padrões, torna-se possível orientar melhor intervenções, como uma dieta baixa em FODMAP por tempo limitado e reintrodução faseada, o uso de probióticos específicos (por exemplo, certas estirpes de Bifidobacterium ou Lactobacillus com evidência clínica), fibras solúveis como a casca de psílio, e prebióticos adaptados ao perfil. Ao mesmo tempo, um teste de microbioma pode explicar por que razão algumas pessoas pioram com fibras fermentáveis ou com determinados probióticos, ajudando a evitar tentativas e erros demorados. Casos de sucesso tendem a combinar clarificação diagnóstica, intervenções personalizadas e reavaliação após 8–12 semanas, medindo resposta sintomática e, quando útil, repetindo o teste. Para facilitar essa abordagem estruturada, um teste de microbioma intestinal com relatório compreensível e recomendações práticas pode ser um aliado valioso.

Importância do teste de microbioma intestinal na saúde geral

O microbioma intestinal funciona como um órgão metabólico distribuído. Participa na digestão de fibras não digeríveis, produz ácidos gordos de cadeia curta (AGCC) como o butirato, propionato e acetato, que influenciam a vitalidade dos colonócitos, a integridade da barreira intestinal e a modulação imunitária. Em paralelo, micróbios comensais competem com patógenos, produzem vitaminas (K, B12 em contexto colónico, embora a absorção seja complexa), metabolizam alguns fármacos e contribuem para a regulação dos eixos neuroendócrinos. Em termos de saúde geral, um microbioma diversificado associa-se a menor risco de doenças metabólicas, melhor controlo glicémico, menor inflamação sistémica de baixo grau e, em algumas coortes, melhor resposta a intervenções dietéticas. No caso de IBS, o microbioma não é “a causa única”, mas frequentemente amplifica a sensibilidade visceral, a hipermotilidade ou a hipomotilidade e a produção de gás. Ao analisar o microbioma, é possível identificar desequilíbrios que sustentam sintomas, como excesso de microrganismos produtores de gás (p. ex., aumento de certas Enterobacteriaceae) ou redução de produtores de butirato (Faecalibacterium prausnitzii, Roseburia), que pode estar associada a inflamação de baixo grau e alteração da barreira intestinal. Além do intestino, a saúde mental e o microbioma mantêm um diálogo bidirecional: stress crónico, ansiedade e depressão influenciam a motilidade e secreções intestinais, enquanto metabolitos microbianos e citocinas podem afetar o humor e a perceção de dor. Logo, avaliar o microbioma pode fazer parte de um cuidado preventivo: perceber se há tendência para baixa diversidade, dominância de grupos oportunistas ou baixo potencial de produção de AGCC, antes de surgirem sintomas intensos. Testes de fezes que combinam composição taxonómica e marcadores funcionais fornecem um mapa prático para intervir cedo com alimentação, higiene do sono, gestão do stress e suplementação baseada em evidência. Em particular, para quem já tem sintomas consistentes com IBS, alinhar a intervenção com os achados microbiológicos aumenta a probabilidade de resposta e reduz a frustração. É também uma forma de personalizar: o que funciona para uma pessoa com predomínio de obstipação pode não ser adequado para outra com diarreia, e a composição microbiana pode guiar essa diferenciação com mais precisão do que “regras gerais”. Por isso, incluir um teste de microbioma no teu plano de saúde não é modismo; é usar a biologia a teu favor.


Descubra o Teste do Microbioma

Laboratório da UE com certificação ISO • A amostra mantém-se estável durante o transporte • Dados seguros em conformidade com a RGPD

Kit de Teste de Microbioma

Principais métodos de análise do microbioma intestinal

Nem todos os testes de fezes são iguais. Em termos de diagnóstico diferencial de IBS, o primeiro passo costuma ser excluir outras patologias: calprotectina fecal e/ou lactoferrina (inflamação), sangue oculto (rastreio adicional), pesquisa de patógenos (antigénios, PCRs para Giardia, Cryptosporidium, Clostridioides difficile toxigénico, entre outros) e, quando indicado, elastase fecal (função pancreática). Estes são testes clínicos tradicionais, com utilidade direta para decisões médicas. Já a análise de microbioma capta a composição da comunidade microbiana nas fezes, usualmente por dois métodos principais: sequenciação do gene 16S rRNA (que identifica bactérias ao nível de género/espécie, com menor custo e boa comparabilidade) e metagenómica shotgun (sequencia todo o DNA, permitindo maior resolução taxonómica e inferência de vias funcionais, embora com custo superior). Há ainda perfis baseados em RNA (metatranscriptómica) para ver atividade em tempo quase real, mas são menos comuns em contexto clínico de rotina. Para além da leitura taxonómica, alguns painéis integram marcadores metabólicos como AGCC, pH fecal, produtos de fermentação proteica e indicadores de disbiose que unem leitura taxonómica a índices de diversidade (alfa/beta) e pontuações de equilíbrio. Em contexto de IBS, o valor adicional surge quando correlacionamos achados com sintomas: por exemplo, uma diversidade muito baixa e queda de produtores de butirato podem sustentar uma estratégia com fibras solúveis específicas (psílio), alimentos integrais tolerados e probióticos com estirpes produtoras de butirato indireto. Já padrões de superfermentação de FODMAPs podem sugerir fases curtas de dieta low-FODMAP com reintrodução guiada, evitando restrições prolongadas que empobrecem a microbiota. Tecnologias emergentes apontam para testes mais sensíveis e acessíveis, com bases de dados robustas e relatórios mais claros, permitindo converter resultados em ações concretas. Ao escolheres o teu teste, considera: método de análise (16S vs shotgun), qualidade do relatório e recomendações, validade científica do algoritmo interpretativo, e suporte pós-teste. A experiência do utilizador também conta: kits com recolha simples, envio prático e privacidade garantida promovem adesão. Para quem procura uma opção integrada, o teste do microbioma intestinal da InnerBuddies oferece análise orientada para decisões nutricionais, ajudando-te a passar do “o que é isto?” para “o que faço já amanhã?”. Importa, porém, reafirmar: nenhum teste substitui o acompanhamento médico quando existem sinais de alarme ou diagnóstico incerto.

Como interpretar os resultados do teu teste de microbioma e o que fazer a seguir

Receber um relatório de microbioma pode ser simultaneamente esclarecedor e intimidante. Começa pelos indicadores-chave: diversidade alfa (riqueza e uniformidade de espécies), presença relativa de famílias/espécies “núcleo” (p. ex., Ruminococcaceae, Lachnospiraceae, Bifidobacteriaceae), taxa de produtores de butirato (Faecalibacterium, Roseburia), e proporção de grupos oportunistas. Em alguns relatórios, encontras também pontuações compostas de disbiose, estimativas de potencial funcional (fermentação de fibras, produção de AGCC) e alertas sobre bactérias potencialmente pro-inflamatórias quando em excesso. Em paralelo, analisa marcadores clínicos de fezes (calprotectina, lactoferrina, sangue oculto, elastase) se fizerem parte do teu exame: valores normais apoiam o diagnóstico funcional de IBS; valores alterados exigem investigação adicional. O passo seguinte é traduzir dados em ações. Se a diversidade está baixa, foca-te em variedade alimentar: 20–30 tipos de plantas por semana (frutas, vegetais, leguminosas, sementes, frutos secos, ervas), ajustando a carga de FODMAP conforme tolerância. Se produtores de butirato estão reduzidos, aumenta fibras solúveis e amidos resistentes (aveia, banana pouco madura, batata arrefecida), introduzindo gradualmente para evitar exacerbação de gases. Para excesso de oportunistas, prioriza padrões anti-inflamatórios (estilo Mediterrânico), reduz açúcares adicionados e ultraprocessados, e considera probióticos com evidência específica para IBS (algumas estirpes de Bifidobacterium infantis, B. longum, L. plantarum, L. rhamnosus, entre outras), avaliando resposta clínica em 4–8 semanas. Em casos com diarreia predominante, orientar-se por probióticos e fibras solúveis que não acelerem o trânsito; na obstipação, hidratação, psílio, kiwi, ameixa seca e atividade física costumam ajudar. Dieta low-FODMAP é uma ferramenta temporária (4–6 semanas), seguida de reintrodução gradual e personalização para evitar empobrecimento microbiano. Se houver suspeita de sobrecrescimento bacteriano do intestino delgado (às vezes confundido com IBS), o teste adequado é a prova do ar expirado (hidrogénio/metano), não o teste de fezes; no entanto, o perfil fecal pode sugerir disbiose associada e melhorar com as mesmas medidas. Em qualquer cenário, documenta sintomas (dor, inchaço, fezes) e ajusta com base em resposta e no plano do teu profissional de saúde. Considera repetir o teste após 3–6 meses se houver um plano ativo de intervenção, utilizando um kit de teste do microbioma para monitorizar progresso e consolidar ganhos.


Veja exemplos de recomendações da plataforma InnerBuddies

Veja uma antevisão das recomendações de nutrição, suplementos, diário alimentar e receitas que o InnerBuddies pode gerar com base no seu teste de microbioma intestinal

Veja exemplos de recomendações

Dicas para otimizar o teu microbioma após o teste

A etapa pós-teste é onde a ciência encontra o quotidiano. O objetivo é criar um ambiente intestinal favorável e reduzir flutuações sintomáticas. Primeiro, alimentação. Aposta numa base rica em plantas variadas: vegetais coloridos, frutas, leguminosas (se toleradas), cereais integrais, frutos secos e sementes. Introduz fibras solúveis e prebióticos de forma gradual: psílio, inulina, FOS, GOS, amido resistente (ex.: batata e arroz cozidos e arrefecidos), sempre monitorizando gases e dor; se houver exacerbação, reduz a dose e reintroduz lentamente. Na dor e distensão marcadas, uma fase breve low-FODMAP pode ajudar, mas deve ser seguida de reintrodução faseada para identificar gatilhos e reexpandir a dieta. Proteínas magras e gorduras saudáveis (azeite virgem extra) apoiam o padrão anti-inflamatório. Segundo, probióticos: escolhe estirpes com evidência para IBS, evita “megamiscelâneas” sem rasto científico, testa por 4–8 semanas e reavalia. Terceiro, estilo de vida: o eixo intestino-cérebro responde ao stress, ao sono e ao movimento. Práticas de gestão de stress (respiração, meditação, terapia cognitivo-comportamental focada em IBS), 7–9 horas de sono com rotina consistente, e exercício moderado regular (caminhadas, treino de força) têm impacto clinicamente relevante. Quarto, evitar fatores que prejudicam o microbioma: antibióticos só quando realmente necessários e prescritos, álcool e açúcar refinado com moderação, evitar ultraprocessados ricos em emulsificantes. Quinto, suplementos direcionados: butirato em alguns casos, óleo de hortelã-pimenta entérico para dor/espasmo, e enzimas digestivas quando orientadas clinicamente, podem ser considerados. Não substituem dieta, mas podem modular sintomas. Por fim, monitoriza: usa uma app de diário alimentar-sintomas, marca reevaluations com o teu profissional e considera repetir o microbioma para ver tendências. O plano ideal é iterativo: começa com dados, aplica mudanças realistas, mede, ajusta e mantém o que funciona. Esta abordagem tem maior probabilidade de dar resultados sustentáveis do que soluções “rápidas” que ignoram a biologia e a tua rotina.

Razões para fazer um teste de microbioma agora, para um futuro mais saudável

Quando a saúde intestinal dá sinais — inchaço frequente, dor, irregularidade —, adiar só aumenta a frustração. Um teste de microbioma feito hoje poupa meses de tentativa-e-erro, ao mostrar com precisão onde estão os desequilíbrios e para onde orientar esforços. Mesmo sem sintomas marcantes, muitos de nós vivem com uma dieta monótona, sono irregular e stress crónico; o microbioma sofre, e a performance metabólica e imunitária acompanha essa queda. Ao fazeres um teste, transformas suposições em dados: vês diversidade, produtores de butirato, potenciais oportunistas, e recebes sugestões de intervenção alinhadas com o teu perfil. Não é um “oráculo”, mas um mapa; não é diagnóstico de IBS, mas um suporte robusto à personalização. Além disso, permite medir progresso: após 8–12 semanas de mudanças, um novo retrato confirma se segues no caminho certo ou se precisas de afinar a estratégia. Para quem lida com IBS, este ciclo de feedback é particularmente valioso, pois a resposta é individual e dinâmica. Um benefício muitas vezes esquecido é o empowerment: ao entenderes os teus dados, ganhas motivação para manter hábitos que funcionam. Se procuras uma solução prática, com relatório claro e aplicável, explora um teste de microbioma intestinal com orientação nutricional. É um investimento orientado para a ação, focado no que controlas: alimentação, rotina, escolhas informadas. E lembra-te: nos casos em que surjam sinais de alarme (sangue nas fezes, perda de peso inexplicada, febre, diarreia noturna, anemia, história familiar de cancro colorretal), deves procurar avaliação médica imediata; o teste de microbioma é complementar, nunca substitui a medicina baseada em diagnóstico e segurança.

Conclusão: O teu caminho para uma saúde intestinal otimizada começa aqui

O caminho para compreender e gerir IBS passa por três pilares: clarificar o diagnóstico com base clínica sólida, mapear o microbioma e outros marcadores fecais para contextualizar sintomas, e transformar resultados em ações personalizadas. Os testes de fezes tradicionais ajudam a excluir inflamação ou infeções; os testes de microbioma revelam padrões de disbiose que orientam dieta, probióticos e estilo de vida. A combinação aumenta a eficácia e reduz frustrações. Ao escolheres um teste, dá prioridade à qualidade do relatório e à utilidade prática. Implementa mudanças graduais, baseadas em evidência, e dá tempo ao teu intestino para se adaptar. Usa o registo de sintomas para afinar o plano e considera reavaliar para ver tendências reais. Se estás pronto para passar do “porquê me acontece isto?” para “o que posso fazer já?”, um teste de microbioma com recomendações claras é um primeiro passo concreto. Não promete milagres — oferece um mapa. Tu decides o ritmo, e a ciência acompanha-te.

Key Takeaways

  • IBS é um diagnóstico clínico; testes de fezes e microbioma não “confirmam” IBS, mas informam exclusão e personalização.
  • Calprotectina, lactoferrina e pesquisa de patógenos ajudam a excluir inflamação e infeção, essenciais antes de rotular IBS.
  • Testes de microbioma (16S/shotgun) mostram disbiose e potenciais alvos: diversidade, produtores de butirato, oportunistas.
  • Dieta diversa rica em plantas, fibras solúveis e amido resistente apoia o microbioma; reintrodução pós low-FODMAP é crucial.
  • Probióticos devem ser específicos e testados por 4–8 semanas; nem todos funcionam para todos.
  • Estilo de vida (sono, stress, exercício) modula o eixo intestino-cérebro e sintomas de IBS.
  • Reavaliações periódicas e diário de sintomas transformam dados em progresso sustentado.
  • Sinais de alarme exigem avaliação médica; o teste é complementar, não substitutivo.

Q&A Section

1) Um teste de fezes pode diagnosticar IBS?
Não. IBS é diagnosticado clinicamente (critérios de Roma), após excluir outras causas. O teste de fezes ajuda a afastar inflamações, infeções e a contextualizar o microbioma.

2) Que marcadores de fezes são mais úteis?
Calprotectina e lactoferrina (inflamação), sangue oculto, pesquisa de patógenos e, quando indicado, elastase fecal. Em IBS, costumam estar normais, apoiando a hipótese funcional.

Autoavaliação em 2 minutos Um teste do microbioma intestinal é útil para si? Responda a algumas perguntas rápidas e descubra se um teste do microbioma é realmente útil para si. ✔ Leva apenas 2 minutos ✔ Baseado nos seus sintomas e estilo de vida ✔ Recomendação clara sim/não Verificar se o teste é adequado para mim

3) O teste de microbioma substitui a colonoscopia?
Não. A colonoscopia é indicada por critérios clínicos e sinais de alarme. O microbioma é complementar, fornecendo insights funcionais e de composição.

4) O que é diversidade microbiana e por que importa?
Diversidade reflete variedade e equilíbrio de micróbios. Maior diversidade associa-se a resiliência e melhor regulação imunitária e metabólica, relevante em sintomas de IBS.

5) Low-FODMAP é para sempre?
Não. É uma intervenção temporária (4–6 semanas) com reintrodução estruturada. O objetivo é identificar gatilhos e reexpandir a dieta para proteger a microbiota.

6) Que probióticos têm evidência para IBS?
Algumas estirpes de Bifidobacterium (p. ex., B. infantis, B. longum) e Lactobacillus (p. ex., L. plantarum, L. rhamnosus) mostraram benefício em dor e inchaço. A resposta é individual.

7) Prebióticos pioram gases?
Podem, se a introdução for rápida ou a dose elevada. Introduz gradualmente e ajusta ao teu limiar; fibras solúveis como psílio tendem a ser melhor toleradas.


Torne-se membro da comunidade InnerBuddies

Faça um teste de microbiota intestinal a cada dois meses e acompanhe o seu progresso seguindo as nossas recomendações

Torne-se membro do InnerBuddies

8) Devo repetir o teste de microbioma?
Sim, se implementares mudanças relevantes. Repetir após 3–6 meses ajuda a avaliar tendências e a ajustar o plano com base em dados.

9) Como o stress influencia IBS?
O eixo intestino-cérebro modula motilidade, sensibilidade e secreções. Gestão de stress, terapia direcionada e sono de qualidade podem reduzir sintomas.

10) Antibióticos ajudam IBS?
Apenas em contextos específicos e sob orientação médica, como SIBO confirmado. Antibióticos podem agravar disbiose se usados sem indicação clara.

11) Posso usar butirato como suplemento?
Em alguns casos, pode ajudar na dor e barreira intestinal, mas a evidência é mista. Prioriza primeiro fibras que aumentem produção endógena de butirato.

12) O teste de microbioma é útil sem sintomas?
Pode ser, como ferramenta preventiva e de personalização dietética. Mostra diversidade e potenciais desequilíbrios, orientando escolhas para longo prazo.

Autoavaliação em 2 minutos Um teste do microbioma intestinal é útil para si? Responda a algumas perguntas rápidas e descubra se um teste do microbioma é realmente útil para si. ✔ Leva apenas 2 minutos ✔ Baseado nos seus sintomas e estilo de vida ✔ Recomendação clara sim/não Verificar se o teste é adequado para mim

13) Qual o papel da elastase fecal?
Avalia função pancreática; valores baixos sugerem insuficiência, que pode causar diarreia e má digestão, exigindo abordagem específica diferente de IBS.

14) E se o relatório mostrar “excesso” de oportunistas?
Foca em padrão alimentar anti-inflamatório, reduzir açúcar, introdução gradual de fibras e probióticos específicos. Monitoriza sintomas e reavalia.

15) O InnerBuddies é adequado para começar?
Sim. O microbioma teste fornece um relatório orientado para ação, facilitando a transição de dados para decisões dietéticas e de estilo de vida.

Important Keywords

IBS test, teste de fezes, microbioma intestinal, disbiose, calprotectina fecal, dieta low-FODMAP, probióticos para IBS, prebióticos, fibras solúveis, butirato, diversidade microbiana, análise 16S rRNA, metagenómica shotgun, InnerBuddies, teste de microbioma, dor abdominal, diarreia, obstipação, inchaço, eixo intestino-cérebro.

Ver todos os artigos em As últimas notícias sobre a saúde do microbioma intestinal

Descubra a causa dos seus problemas digestivos.

O nosso teste mostra se um desequilíbrio na sua microbiota (como bactérias produtoras de metano ou histamina) está a causar os seus sintomas.

Faça o teste de saúde intestinal.