SIBO não tratado: riscos, sintomas e o que fazer
O SIBO não tratado pode manter sintomas como inchaço, gases, dor, diarreia ou obstipação e, em alguns casos, contribuir para... Read more
Author: InnerBuddies
Updated:
O SIBO, ou sobrecrescimento bacteriano do intestino delgado, descreve uma alteração em que existe um excesso de bactérias nesta região, associada a sintomas digestivos em algumas pessoas. Falar em progressão não significa que a condição siga etapas fixas ou que evolua inevitavelmente para complicações graves: a evolução varia e depende, entre outros aspetos, da causa subjacente e do estado de saúde de cada pessoa. Sintomas como distensão abdominal, dor, gases ou alterações do trânsito intestinal também podem ocorrer noutras situações, pelo que não permitem, por si só, confirmar SIBO. Uma avaliação clínica ajuda a interpretar os sintomas e a decidir se são necessários exames.
Quando o SIBO é persistente ou está associado a problemas de absorção, podem surgir consequências nutricionais, como carências de determinados nutrientes; a relevância e a probabilidade dependem do contexto clínico. As alterações da motilidade intestinal e algumas doenças ou intervenções que afetam a anatomia ou o funcionamento do intestino podem estar relacionadas com maior risco de sobrecrescimento ou recorrência. Estes fatores não permitem prever, isoladamente, a evolução de uma pessoa. A investigação sobre a relação entre SIBO, permeabilidade intestinal e manifestações fora do intestino é variável, pelo que não se deve apresentar associações incertas como danos sistémicos comprovados.
A gestão começa por esclarecer se o quadro é compatível com SIBO e procurar fatores que possam contribuir para a persistência ou recorrência. O profissional de saúde pode considerar os sintomas, o historial clínico e, quando apropriado, exames adequados; um teste comercial do microbioma não deve ser apresentado como método de diagnóstico de SIBO. O tratamento deve ser orientado por um profissional, tendo em conta a causa provável, os riscos e as necessidades individuais. Evitar restrições alimentares prolongadas, antibióticos ou suplementos sem aconselhamento reduz o risco de decisões inadequadas. Se os sintomas forem persistentes, intensos ou preocupantes, é importante procurar avaliação clínica. A informação sobre fatores de risco e prevenção deve apoiar decisões informadas, não prometer que a progressão pode ser travada em todos os casos.
O SIBO não tratado pode manter sintomas como inchaço, gases, dor, diarreia ou obstipação e, em alguns casos, contribuir para... Read more
Laboratório da UE com certificação ISO • A amostra mantém-se estável durante o transporte • Dados seguros em conformidade com a RGPD